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Paulo Bauer pede providências do governo federal para aduana de Dionísio Cerqueira

Em discurso na tribuna do Senado nesta quarta-feira (11/04), o senador Paulo Bauer (PSDB de SC), cobrou providências da Receita Federal para os problemas enfrentados por empresas transportadoras na aduana de Dionísio Cerqueira, na fronteira de Santa Catarina com o Argentina e Paraguai.

Por falta de funcionários e burocracia nas regras de liberação de mercadorias por órgãos públicos, o tempo médio de despacho de importações cresceu quase 70% nos últimos anos. Há situações em que caminhões esperam por até 30 dias para ser liberado.

“É preciso que a Aduana de Dionísio Cerqueira funcione efetivamente. Existem caminhões de carga que, mesmo sem essa importação de milho, que será de grande monta, permanecem cerca de trinta dias aguardando o desembaraço e a liberação da carga", afirmou.

Para o senador, isso não pode acontecer. "Nem tampouco podemos permitir que os veículos de carga, sejam dessa ou daquela mercadoria, tenham que desviar do Oeste catarinense e adentrar no Brasil por Foz do Iguaçu ou pelo Rio Grande do Sul, onde efetivamente as aduanas funcionam de forma eficaz e adequada”, criticou Bauer.

O líder do PSDB no Senado alertou que o problema na aduana de Dionísio pode se agravar com o aumento da importação de milho do Paraguai para o consumo animal em Santa Catarina. “É necessário e indispensável que nós tenhamos providências adotadas, porque, a partir deste momento, o Brasil está importando milho do Paraguai, destinado a nossa agroindústria, destinado à agricultura, à alimentação de aves e suínos, no oeste catarinense”, argumentou.

Na semana passada, Paulo Bauer acompanhou reunião de representantes da região de Dionísio Cerqueira com o chefe da Receita Federal, Jorge Rachid, em Brasília. “Tenho certeza de que a Receita Federal haverá de dar solução para esse problema no menor prazo, porque disso depende a agroindústria catarinense, disso depende a economia da nossa região e do nosso Estado, principalmente a vida dos nossos agricultores, que precisam ter renda e remuneração suficientes pelo seu trabalho”, ressaltou o senador.

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