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Adriana Riva

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Réu acusado e homicídio duplamente qualificado é condenado a 12 anos de prisão.

Em sessão de júri, realizada na câmara municipal de vereadores de Dionísio Cerqueira, sob a presidência da juíza Dra. Carolina Cantarutti Denardin, esteve no banco dos réus o palmasolense Daniel Bortolanza, de 26 anos, acusado de homicídio qualificado ocorrido em outubro de 2011, no interior de Dionísio Cerqueira.

Na acusação do réu, representando o ministério público, atuou o Dr. Leonardo Cazonatti Marcinko. Como advogado de defesa, atuou no caso o Dr. Marcelo Ramos dos Santos.

O Crime:

Conforme a Polícia Civil, no dia sete de outubro de 2011, por volta das 12h, foi localizado na Linha São Francisco, no interior do município de Dionísio Cerqueira, o corpo de um homem de 65 anos de idade. A vítima foi encontrada no quarto da sua própria residência, morto por dois disparos de arma de fogo.

Após investigações, os Policiais representaram por três Mandados de Busca e Apreensão nas residências de D. B. (principal suspeito do crime) e do pai e do irmão do suspeito. De posse dos Mandados, os Policiais deslocaram-se a cidade de Palma Sola, local em que os suspeitos moravam, para localizar a arma do crime e D. B. que acabou confessando o crime.

Na residência do irmão do acusado, foi apreendida uma espingarda calibre 36 e na residência do pai do suspeito foi apreendida outra espingarda, além de um revólver calibre 38.

O pai e o irmão foram autuados em flagrante pela posse irregular de arma de fogo de uso permitido. Arbitrada a fiança, efetuaram o pagamento e foram postos em liberdade. D. B. foi preso e conduzido a Cadeia Pública, onde permaneceu à disposição da Justiça, até ganhar a liberdade provisória.

No início da tarde, o julgamento, que se iniciou as 9hs da manhã, foi encerrado com a condenação de Daniel, a 12 anos de prisão em regime fechado por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e que impossibilitou a defesa da vítima.

O réu aguarda em liberdade o prazo de recursos, que é de cinco dias. Caso a defesa recorra da sentença, ele aguardará o desfecho em liberdade.Caso não haja a protelação por parte da defesa, o mesmo será preso ao término deste período.

 

 

 

 

 

 

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