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Indagado sobre Onyx, Bolsonaro diz que vai usar caneta se houver 'denúncia robusta'

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta quarta-feira (5) que vai "usar caneta" se houver "denúncia robusta" contra o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), futuro ministro da Casa Civil.

Bolsonaro deu a declaração em entrevista após solenidade no Exército em Brasília. O presidente foi condecorado pelo comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, por ter salvo, em 1978, um soldado de um afogamento.

"Olha só, em havendo qualquer comprovação obviamente ou uma denúncia robusta contra quem quer que seja do meu governo que esteja ao alcance da minha caneta 'Bic', ela será usada", disse.

Após evento em Belo Horizonte (MG), nesta quarta, o vice-presidente da República eleito, general Hamilton Mourão (PRTB), disse que é "óbvio" que Onyx "terá que se retirar do governo" caso seja comprovado o envolvimento do deputado em irregularidades.

“Uma vez que seja comprovado que houve a ilicitude é óbvio que o ministro Onyx, ele terá que se retirar do governo, mas por enquanto é uma investigação e ele prossegue aí com as tarefas dele. Nada mais do que isso”, disse Mourão.

Onyx Lorenzoni foi citado em depoimentos de acordo de delação premiado de executivos da J&F. Delatores do grupo entregaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma planilha que, segundo os colaboradores, comprova que Onyx recebeu um repasse de R$ 100 mil por meio de caixa 2 em 2012.

Em apuração prévia, a partir de delação premiada do grupo, a PGR analisa se houve repasse de caixa dois a Onyx e outros políticos. Depois dessa apuração prévia é que a PGR decidirá sobre abertura de inquérito ou arquivamento.

 

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