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Família quer elucidar morte de criança em Barracão
Há pelo menos duas versões, o que torna a situação ainda mais tenebrosa

 

Uma tragédia ou uma fatalidade. Acidental ou intencional. Homicídio doloso ou homicídio culposo. Essas são apenas algumas perguntas para as quais os familiares do pequeno CARLOS EDUARDO PERIN, CINCO ANOS, querem respostas. O menino morreu no início da tarde de ontem (21) no Bairro Copasa, em Barracão/PR. Até o momento ninguém sabe ao certo o que houve.

Há pelo menos duas versões, o que torna a situação ainda mais tenebrosa.  Em contato agora à pouco, via telefone com uma tia de CARLOS EDUARDO, esta disse à Reportagem Fronteira Oeste que foi informada do ocorrido por um sujeito desconhecido, ao chegar no Hospital Municipal de Dionísio Cerqueira/SC.

Por volta das 14 horas ela foi chamada até a unidade de saúde e no local, um rapaz aparentando entre 24 e 26 anos lhe abordou e disse que o menino havia se afogado, ao tentar lavar uma cenoura em uma caixa d’água.

O menino já estaria morto quando foi encontrado cerca de meia hora depois, sendo encaminhado pelo padrasto ao Hospital. Essa versão, no entanto, não convenceu os familiares, uma vez que uma irmã de CARLOS EDUARDO, também menor, disse que o padrasto é que teria matado o seu irmão.

 

E só depois disso, é que a tia se deu conta de que o rapaz estranho que lhe abordou na entrada do Hospital, era o convivente da sua ex-cunhada, ou seja, o suspeito pela morte do menino, segundo a versão da irmã da vítima. CARLOS EDUARDO PERIN, deixou outros três irmãos todos menores, de 14, 12 e 07 respectivamente.

Seus pais, Juarez e Vânia, estão separados. Juarez está morando em Porto Alegre/RS.  Segundo a tia, que prestou essas informações exclusivamente à Rádio Fronteira, os familiares estão inconformados com morte de CARLOS EDUARDO e na manhã de hoje buscarão a tutela do Estado para elucidar o caso.

O fato será levado ao conhecimento das autoridades para que, se houver alguém para ser responsabilizado que isso aconteça o mais breve possível e que o crime não fique impune. Por outro lado, se for confirmada a fatalidade, que CARLOS EDUARDO apenas tenha se afogado acidentalmente, que ninguém seja acusado injustamente e leve essa culpa para o resto da vida, sem dever.

O corpo de CARLOS EDUARDO PERIN está sendo velado no Pavilhão da Igreja na Linha Coqueiro, Bom Jesus do Sul/PR. O sepultamento acontecerá duas da tarde no cemitério da comunidade.

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