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Pacientes devem esperar no máximo 2 horas para atendimento em emergências

Conselho Federal de Medicina determina prazos máximos para o atendimento de pacientes em serviços de urgência e emergência. O órgão também estabeleceu diretrizes para que os conselhos de medicina locais e o Ministério Público sejam acionados em casos de falta de vagas.

Segundo as resoluções, pacientes que chegam a serviços de emergência e urgência públicos e privados devem passar pela classificação de risco imediata. Após isso, devem ser atendidos em no máximo duas horas, sendo que casos graves devem ser atendidos imediatamente.

Os prontos socorros e outras emergências, incluídas as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento. Cada paciente pode ficar internado por no máximo 24 horas, sendo que depois desse prazo o paciente precisa ter alta, ser transferido ou internado fora do pronto-socorro.

Em caso de superlotação e falta de vagas, o diretor técnico do hospital deve notificar o Conselho Regional de Medicina e o gestor responsável local, que deverá buscar uma solução. E, se o gestor for omisso ou se recusar a resolver a crise, o diretor técnico do hospital deve comunicar imediatamente ao Ministério Público.

 

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