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Adriana Riva

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Saúde
Setembro é o mês da segunda dose da vacina contra o HPV
Em 2015, também foram incorporadas como grupo alvo dessa vacina as mulheres de 14 a 26 anos

Durante o mês de setembro, devem receber a segunda dose da vacina contra o HPV (papilomavírus humano) as meninas, entre 9 e 13 anos, que receberam a primeira dose em março deste ano.

Aquelas que ainda não se vacinaram devem procurar uma unidade de saúde e iniciar o esquema de imunização. No total, três doses devem ser aplicadas. A próxima será cinco anos após a segunda.

A vacina é a principal forma de prevenção contra o câncer de colo do útero, doença que mata cerca de oito mil mulheres por ano no Brasil.

Em 2015, o Ministério da Saúde ampliou a faixa etária para a vacinação, incluindo também as meninas de nove e de dez anos. Até então, eram imunizadas contra o HPV apenas as meninas entre 11 e 13 anos.

Em 2015, também foram incorporadas como grupo alvo dessa vacina as mulheres de 14 a 26 anos de idade vivendo com HIV/Aids, considerando-se que as complicações decorrentes do HPV ocorrem com mais frequência em pacientes portadores de HIV e da Aids.

Câncer de colo do útero

O HPV é um vírus que apresenta mais de 150 tipos diferentes.

A vacina distribuída pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é do tipo quadrivalente, que protege contra quatro tipos do HPV (6, 11, 16 e 18). Os vírus HPV 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero.

Como o HPV é transmitido

A transmissão ocorre por meio do contato íntimo com a pele contaminada. O HPV é altamente contagioso, sendo possível infectar-se com uma única exposição ao vírus. Pessoas infectadas podem não apresentar lesões visíveis e transmitir o HPV sem saber.

Apenas da principal via de contágio ser a sexual, o HPV pode ser transmitido esporadicamente por meio simples contato com mão, pele, objetos, toalhas e roupas íntimas contaminadas.

O HPV no Brasil

No Brasil, esse é o segundo tipo mais frequente de câncer entre mulheres. Cerca de 20 mil novos casos são identificados anualmente, causando oito mil mortes. Há informações de que a cada hora, uma paciente é diagnosticada pelo vírus e, a cada duas horas, uma delas morre em virtude da doença.

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