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Policiais e bombeiros militares de SC se mobilizam contra mudança na jornada de trabalho
a determinação para que a escala de trabalho de 24 horas de serviço por 48 horas de descanso na PM

A Associação de Praças de Santa Catarina (Aprasc) iniciou nesta quarta-feira (04) uma mobilização contra medidas do governo e dos comandos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros que têm impacto direto no efetivo do Estado.

O estopim do movimento foi a determinação para que a escala de trabalho de 24 horas de serviço por 48 horas de descanso na PM seja retomada em mais de 100 cidades catarinenses, anunciada na semana passada.

A extinção dessa escala para os policiais militares e também para os bombeiros é uma das cobranças da Aprasc, que considera a jornada de trabalho excessiva e diz que ela descumpre um acordo feito em 2013.

Logo depois que a retomada do horário 24 por 48 horas foi divulgada, o setor jurídico da Aprasc na Grande Florianópolis ingressou com ação coletiva na Justiça pedindo a extinção dessa escala.

A argumentação se sustenta na determinação constitucional catarinense de jornada de trabalho de 40 horas semanais para os servidores públicos. Dessa forma, conforme a Aprasc, a mudança significa, na prática, 80 horas além do que é estabelecido e aplicado a todos os funcionários, inclusive os militares.

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