Acusado de mais de 30 estupros e assassinatos de crianças, incluindo um menino de Marmeleiro, morre na prisão
A causa da morte foi um câncer.
Por: Alisson Júnior
30 de julho de 2026
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José Airton Pontes, de 70 anos, morreu no Complexo Médico Penal, em Curitiba, onde cumpria pena desde 2005 por crimes praticados contra crianças e adolescentes. A causa da morte foi um câncer. O nome de José Airton ficou marcado na história policial do Paraná pelo assassinato do menino Renato Renan Poronizak, de 7 anos, ocorrido em Marmeleiro.

Conforme as investigações, ele chegou ao município apresentando-se como missionário evangélico e conquistou a confiança da família da criança. Posteriormente, levou o menino até uma área de mata na comunidade de Rio Verde, no sentido de Flor da Serra do Sul, onde o crime foi cometido.

O corpo da vítima foi encontrado após uma força-tarefa que reuniu policiais e voluntários. Durante os interrogatórios, a Polícia Civil identificou indícios de que o preso poderia estar envolvido em diversos outros crimes. As investigações apontaram sua participação em mais de 30 casos de violência sexual contra crianças e confirmaram sua responsabilidade em pelo menos três homicídios. Também foram apurados desaparecimentos e mortes de crianças em outros estados, embora parte desses casos não tenha sido totalmente esclarecida.

O assassinato de Renato Renan Poronizak teve grande repercussão no Paraná e permanece como um dos casos criminais mais marcantes da história do Sudoeste do Estado. A investigação conduzida pela Polícia Civil foi decisiva para a condenação de José Airton e para o esclarecimento de outros crimes atribuídos a ele.

Fonte: PP News
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